Heráldica

"O brasão era, para os antigos da Idade Média, a insígnia, a bandeira da família e,
como tal, honrado e transmitido de pai para filho."

O prefixo alemão “VON” (de) ou “OF”, usado com nomes de habitação, é tomado como marca de aristocracia. Muitos pertencentes à nobreza sofreram mudanças na formação alemã “VON UND ZU” em seus títulos. Conseqüência da influência pesada da Língua Eslava visinha. Muitos sobrenomes prussianos são de origem Eslava. A heráldica da palavra é derivada da expressão alemã “HERR” (um anfitrião, um exército) que declarava (CAMPEÃO): o termo “BLASON” por que a ciência é denotada em francês, inglês, italiano, e também em alemão. O termo tem mais provavelmente sua origem na palavra alemã “BLAZEN” (para fundir o chifre). Sempre que um novo cavaleiro aparecia em uma competição (torneio), o Heraldo ou arauto o anunciava com o soar de trombetas, ou seja, com “BLAZEN”. Como os concorrentes apresentavam-se como a viseira do elmo baixada, não podendo assim saber quem era ,cabia a cada cavaleiro explicar o escudo (rolamento do protetor) ou do revestimento de braços da armadura que pertenciam a cada um. Assim o conhecimento dos vários dispositivos e símbolos foram chamados de “HERALDRY” (heráldica). Os alemães transmitiram a palavra para o francês que alcançou a Inglaterra, após a conquista Normanda de 1066.
A heráldica surgiu durante as Cruzadas e rapidamente se espalhou por toda a Europa, basicamente fora utilizada para identificar os soldados em batalhas campais já que os soldados não podiam ser reconhecidos apenas por suas armaduras e/ou elmos. Porem somente após o século XII começou a obedecer a preceitos gerais, no século XIII a heráldica tornou-se tão popular que passou a existir como uma ciência a parte, na verdade a heráldica foi considerada como uma ciência e arte. Os brasões não eram dados ao acaso para cada pessoa, inicialmente tiveram suas origens em atos de coragem e bravura efetuados por grandes cavaleiros, tendo sido uma forma de homenagear os lutadores e suas famílias, posteriormente, como era um forte ícone de status passou a ser conferido a famílias nobres a fim de identificar o grau social da mesma, em resumo, somente os heróis ou a nobreza possuíam tal ícone e o poderiam transmitir a seus descendentes. A palavra brasão vem do alemão arcaico Brazen e significa "tocar trombetas", de fato, os arautos antes de lerem os decretos tocavam trombetas com bandeirolas blasonadas para chamara atenção dos passantes. Na idade média (476-1453), os heraldistas (heraldos) eram as pessoas que dirigiam os torneios e examinavam a qualidade dos cavaleiros que, por sua vez, usavam o brasão de armas no qual figuravam os símbolos de sua nobreza.
Portanto, o brasão era, para os antigos da Idade Média, a insígnia, a bandeira da família e, como tal, honrado e transmitido de pai para filho.

Para o sobrenome familiar Diefenbach localizamos as seguintes armas:

"Escudo partido em três faixas sendo vermelho, prata e negro"


Existe ainda um outro escudo ligado a variação Dieffenbach que seria:

"Em campo ouro exibem-se três faixas em negro"

Este brasão foi adquirido na internet:

"Este brasão na verdade é da familia Tieffenbach (com dois Fs ao centro) e ainda existe outro para a grafia Tiefenbach. Esta grafia é apenas uma variação para o original
Diefenbach o qual se utiliza das armas primitivas da familia: Vermelho, Prata; Preto; "